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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Aaaaaaaaaiiiiiii!!!!!!!!!!!!!

Direto de cá, lhe pergunto se você gosta de sentir dor. Acredito que a resposta deva ser "não". Eu também pensava assim, porém ao ler uma matéria que saiu na revista Superinteressante nesse mês, tive o conhecimento de uma doença hereditária, causada por uma alteração cromossômica que faz com que a pessoa não sinta dor alguma.
Já pensou no sonho? Ir ao dentista sem temor, as mulheres podendo parir sem aquele alarde todo, jogar futebol e "dividir" uma jogada sem receio... Pois bem, alguns portadores dessa síndrome, batizada de "síndrome de Riley-Day"(homenagem aos descobridores), muitas vezes gostam de exibir seus "superpoderes", andando sobre brasas, batendo a cabeça na parede, pulando do telhado, ouvir por mais de 5 minutos um CD de funk sem sentir dor na consciência(rsrsrs, brincadeirinha, mas você consegue?). Nessa revista li o relato sobre o que aconteceu com uma garotinha que sofreu um corte profundo em um dos braços, porém não sentiu dor alguma, mas como achou feio aquele buraco sangrando no braço, pegou um grampeador e resolveu o problema.

Na maioria dos casos a doença é descoberta quando o portador ainda é bebê. Geralmente com o nascimento dos dentes, quando a criança começa a morder a língua e os lábios chegando a dilacerá-los, mesmo assim não choram, o que tem alertado os pais dessas crianças.

Dificilmente os portadores dessa síndrome chegam a fase adulta, pois não tem o mecanismo de defesa contra o perigo, que tanto repudíamos e chamamos de dor. Quando tais indivíduos chegam à fase adulta, apresentam sérios problemas de saúde, como má formação dos ossos ou até mesmo problemas mentais ocasionados pela falta de comunicação entre corpo e cérebro.

Portanto, da próxima vez que pensar em reclamar de alguma dor, lembre-se que é seu corpo funcionando, e lhe indicando que algo está errado. E então você pode até sorrir e dizer: - Ai, que dorzinha boa!!!!!!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Quais as suas prioridades?

Direto de Cá, acompanhei o desenrolar do Campeonato Brasileiro de Futebol, não... eu não vou falar de esportes... somente quero destacar as atitudes de algumas pessoas diante da vitória e da derrota. É normal (não deveria ser) uma atitude desesperada diante do fracasso, mesmo este não sendo seu (talvez seja), como o caso do torcedor vascaíno que ameaçou atirar-se da marquise do Estádio São Januário, após o rebaixamento da equipe cruzmaltina.
Isso nos leva a pensar naquilo que elegemos como prioridade em nossas vidas, como se a própria vida não fosse prioridade. A derrota do time do coração, o fim de um relacionamento, aquela ofensa despretenciosa do colega de trabalho, tudo isso se torna pequeno quando colocamos o prioritário em seu devido lugar, e as outras coisas na verdade... são outras coisas...
O bonito da vida é vivê-la, deixando aquilo que é secundário em segundo plano, ou seja priorize-se. E quem não quizer seguir esse mesmo curso, que se atire da primeira marquise...